O Sinpro Goiás solicitou ao Ministério Público do Trabalho, mediação nas negociações com o Semesg, sindicato que representa os mantenedores do Ensino Superior Privado de Goiás.
A solicitação foi atendida. O SEMESG, que não assina a Convenção Coletiva de Trabalho com o Sinpro desde 2019, o que acarreta um prejuízo à categoria de 30% de perda salarial, apresentou hoje uma proposta de MÍSEROS 3,83% de reajuste salarial! UM ACINTE !

Além disso, insistem naquelas mesmas propostas de cláusulas que visam aumentar a hora aula de 50 para 60 minutos; flexibilizar os contratos dos professores de tempo integral; estabelecer intervalo de 30 minutos de almoço para docentes.

A categoria rejeitou tais propostas patronais em suas assembleias realizadas nos últimos 5 anos e aprovou, em 01/12/2022, UM INDICATIVO DE GREVE que foi ratificado na última assembleia realizada nesse semestre. Algumas Instituições de Ensino Superior Privado de Goiás, compreendo os prejuízos acarretados aos/as professores/as, estão procurando o Sinpro para assinar acordos coletivos de trabalho.

Diante de tal quadro calamitoso, na mesa negocial de hoje, José Marcos, Procurador do Ministério Público do Trabalho, propôs a CONCILIAÇÃO PRÉ-PROCESSUAL no Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região.

O Sinpro irá solicitá-la e conclama toda a categoria a se unir para essa luta por uma Convenção Coletiva de Trabalho que não seja um instrumento contra o trabalhar, mas sim, um marco civilizatório com direitos e conquistas sociais para os professores e professoras do Ensino Superior Privado de Goiás.
Chega de arrocho salarial!
CCT já!

Sinpro um sindicato de luta!

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