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Denúncias de professores levarão dois colégios a mesas-redondas no Ministério do Trabalho

O permanente trabalho do Sinpro Goiás no sentido de jamais deixar passar em branco as irregularidades trabalhistas e a exploração do trabalho docente, nas instituições particulares de ensino tem resultado em numerosos pedidos para realização de mesas-redondas, na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Goiás (SRTE).

As denúncias dos professores chegam por reclamações feitas diretamente na sede do Sinpro Goiás, por e-mail e pelo Disc-Denúncia, de ligação gratuita (0800-607-2227).

Há ainda outras escolas que, mediante notificação do Sinpro Goiás, deverão responder pelas ilegalidades apontadas pelos professores – as mais comuns são: falta de anotações nas carteiras de trabalho; não recolhimento de FGTS e de INSS. Em recente relação, estão o Colégio Cerrado, localizado em Goiânia e o Colégio Nossa Senhora Mãe de Deus, situado na cidade de Catalão.

Nas correspondentes notificações, o Sinpro Goiás alerta que o não atendimento das obrigações de fazer e de não fazer, constante do documento encaminhado aos gestores dessas instituições de ensino, levará o sindicato a tomar medidas administrativas e judiciais cabíveis, com a finalidade de garantir os direitos dos professores.

Tire suas dúvidas

  1. elisangela

    É bom saber que temos auguem que cuida de nossos direitos, mas será que o sinpro está preparado para isso, liguei
    3 vezes para confirmar qual deveria ser o meu salário e nas três vezes que liguei tive três informações diferentes, senti que
    tem muita insegurança ao orientar um professor, como um sindicato pode proteger meus direitos se não sabe nem
    explicar qual a maneira correta de calcular o salário do professor.

    • Sinpro Goiás

      Professora Elisangela,

      Pedimos desculpas caso tenhamos tido alguma falha. Solicitamos, por gentileza, que nos envie seu número de telefone para que possamos entrar em contato o mais breve possível, afim de atender a sua solicitação.

      Att,
      Sinpro Goiás

    • Elisângela Pereira da Silva

      É realmente uma pena, isto acontecer não é mesmo. Pois na hora de descontar o tal valor para subsidiar o sindicato eles cobram. Também sai muito insatisfeita com o não atendimento prestado pelos advogados do Diabo que “prestam” assessoria aos sindicalizados. Tentei mover uma ação contra uma escola que não cumpre com as leis trabalhistas e nada foi feito até hoje, isto foi em Janeiro do ano passado (2013). Os advogados do Diabo ficaram de entrar em contato e nunca ligaram de volta, liguei inúmeras vezes, quando me identificava, ou o ramal estava “ocupado” ou não “estavam na mesa”, fui várias vezes no sindicato e todas as vezes uma desculpa nova surgia. Se isto era para testar minha paciência, parabéns conseguiram. Pois a equipe se empenhou bastante.

    • Sinpro Goiás

      Professora Elisângela,
      Bom dia! Para que o Sinpro Goiás possa tomar as providências necessárias, que evitem a repetição de fatos como o contido na sua reclamação, precisa ter conhecimento dele em seu inteiro teor.
      Por gentileza, queira detalhá-lo. Caso contrário, nada poderá ser feito.
      As críticas são bem-vindas, desde que fundamentadas, sob pena de caírem no vazio.
      Att,
      Sinpro Goiás

  2. Elisângela Pereira da Silva

    Bom também creio que críticas contra este sindicado não valem de nada. Quando ao caso mencionado acima ele foi devidamente detalhado e recontado inúmeras vezes, pois cada vez que ia ao sindicato uma pessoa diferente me atendia e novamente eu tinha que recontar toda historia. Creio que, se a equipe estivesse realmente empenhados em ajudar eles teriam resolvido meu caso, pois, a escola em que trabalhei descumpre as leis trabalhista e no meu ponto de vista o sindicato que foi criado para defender os sindicalizados, ou seja, o reclamante não a reclamada, que foi o que ocorreu no meu caso. Além de me fazerem perder tempo também perdi dinheiro com xerox autenticadas para nada ser resolvido. Agora pergunto, é fácil dizer que “críticas infundadas cairão no vazio”, é justo isto ou esta pose toda deste estagiários de direito é apenas parte de um estagio obrigatório ?

    • Sinpro Goiás

      Professora Elisângela, boa tarde.
      Ao que parece a comunicação entre nós até agora não fluiu de forma adequada. Para que não haja nenhuma dúvida venha ao sindicato para conversarmos ou nos mande um relato detalhado.
      Infelizmente, você não entendeu nossa última mensagem, o que pretendemos com ela é tão somente conhecer os fatos para adotarmos as medidas necessárias para que eles não se repitam.
      Não nos opomos às suas criticas e nem queremos desautoriza-las, queremos sim saber quais são os fatos que as ensejaram.
      Att,
      Sinpro Goiás

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